poderoso que descende dos céus,
vossa presença transparece,
julga,
engrandece,
queima.
Diante de vossa iluminação,
sentimo-nos escravos pequenos.
Ó grandioso do céu,
que morre ao anoitecer e nasce no amanhecer,
nossa luz da vida,
calor,
esperança,
exaustão,
Venho pedir clemência,
não aguento mais sua radiação.
Que os bons ventos tragam notícias de frescor.
[E assim quem sabe não temos uma tarde fresca... Não aguento mais esse calor.]